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A escalada de
gastos do governo com o pagamento do
seguro-desemprego já inspira estudos para
restringir o alcance desse benefício,
informa Gustavo Patu, em reportagem
publicada na edição do último domingo
(25/05) da Folha de S.Paulo.
O governo recalculou as despesas previstas
para este ano com o seguro-desemprego, de R$
13,8 bilhões para R$ 15 bilhões, o que torna
esse benefício o segundo programa social
mais dispendioso para a União, atrás somente
da Previdência Social, mas superando o BPC
(Benefício de Prestação Continuada) e a
Bolsa-Família.
A expansão do seguro-desemprego, devido à
maior formalização do mercado de trabalho,
não é motivo de comemoração na área
econômica do governo. O ritmo de crescimento
desse benefício supera o dos demais
programas vinculados ao mínimo e se equipara
ao dos investimentos, considerados
prioridades neste segundo mandato do
presidente Lula. |